Conhecer direitos e fazer escolhas
Chipasha disse que a formação reforçou a vontade de partilhar informação com vizinhos, famílias e outras pessoas com deficiência intelectual. Chihana destacou aprender a fazer as próprias escolhas. Declarou: «Ao assumir o meu papel de autodefensora, tenho potencial para criar mudanças positivas na minha comunidade». [1]
Um grupo desenvolve a sua voz
A formação decorreu de 23 a 25 de agosto de 2023. O formador Mark Mapemba relatou debates sobre inclusão, decisões, direitos humanos e a convenção da ONU sobre deficiência. Os participantes planeavam trabalhar como grupo de autodefensoria e usar os conhecimentos para mudar atitudes nas comunidades. [2]
Participação acessível no acompanhamento internacional
Um relato de junho de 2024 descreveu a colaboração de Chihana e Pelekelo Kabanda no relatório paralelo da Zâmbia para o comité da ONU sobre deficiência. Chihana valorizou as explicações em leitura fácil; Kabanda apresentou o relatório em Genebra, em março. Ambas pediram que os autodefensores identificassem problemas e participassem desde o início nos futuros relatórios. [3]