Transferir horas não utilizadas
Uma alteração permitiria utilizar horas de assistência por gastar mais tarde no mesmo ano, com saldo limitado ao dobro da atribuição mensal. Os ativistas apoiavam essa flexibilidade em situações de doença ou dificuldade em encontrar assistente. O texto do Senado manteve o prazo de 31 de dezembro. [1][2]
Remuneração e experiência em debate
Outra alteração permitiria ao governo ajustar as tarifas horárias à evolução dos salários, sem impor aumentos anuais automáticos. O Senado propôs também reconhecer experiência documentada de apoio direto fora de um agregado doméstico comum. A campanha apresentou estas disposições como melhorias práticas na organização da assistência. [1][2]
Utilizadores e organizações defendem propostas
O anterior pacote civil identificava apoiantes como Fundacja Avalon, Fundacja Aktywizacja e PSONI, juntamente com utilizadores e ativistas. As propostas abrangiam financiamento, continuidade e escolha do assistente. O apelo de outubro dizia respeito a alterações ainda em apreciação parlamentar, não a serviços já disponíveis ao abrigo da nova lei. [3][1][4]