Informação que possa ser utilizada

Os materiais incluíam inglês simples, Auslan e vídeos acessíveis. A iniciativa respondia a uma dificuldade concreta: como avaliar uma proposta constitucional quando os materiais habituais de campanha são difíceis de compreender ou utilizar? Organizações de pessoas com deficiência divulgaram os recursos pelas suas redes. [1]

Ativistas descrevem as barreiras

Num encontro virtual moderado pela ativista Elly Desmarchelier, Damian Griffis, diretor executivo da FPDN, salientou a participação acessível. Disse à ABC: «É realmente vital que os australianos com deficiência tenham acesso equitativo à informação». Alertou que informação inacessível sobre inscrição e votação podia desencorajar a participação. [2]

O resultado e o acesso à informação

O referendo realizou-se em 14 de outubro de 2023 e a proposta foi rejeitada. A FPDN apoiava a Voice; os seus materiais acessíveis integravam esse debate público. A reportagem documentou também uma necessidade prática: os eleitores com deficiência precisavam de informação utilizável para decidir por si próprios. [3][2][1]