As pessoas envolvidas querem liderar a mudança

Cheryl Adams, presidente da Voice of the Disabled em São Vicente e Granadinas, pediu que as próprias pessoas com deficiência impulsionassem a mudança. «Temos muitas barreiras que precisam de ser derrubadas», afirmou. Os participantes abordaram também quotas de emprego e acesso à formação. [1]

Direitos ligados aos serviços quotidianos

Floyd Morris, relator da CARICOM para a deficiência, relacionou a convenção da ONU com habitação, alimentação, saúde e vida independente. Organizações de deficiência dialogaram diretamente com instituições públicas e agências da ONU. O gabinete de direitos humanos da ONU descreveu depois o encontro como a sua primeira consulta regional com pessoas com deficiência nas Caraíbas. [1][2]

A consulta orienta o trabalho seguinte

O relatório de 2023 do gabinete de direitos humanos indicou que o encontro identificou áreas de cooperação para 2024–2025. Uma análise posterior de Barbados utilizou a consulta e um grupo de discussão com dez pessoas com deficiência realizado em julho de 2024, criando uma base para programas concebidos em conjunto. [2][3]