Os utilizadores explicam o que a assistência permite

Emma Astrand, da cooperativa sueca STIL, descreveu como a assistência pessoal permite trabalhar, viajar e fazer escolhas quotidianas. Ulrika Norelius explicou que os membros dirigem a sua assistência e recrutam e formam os assistentes. Os seus relatos ligaram as decisões orçamentais ao controlo sobre a vida diária. [1]

Os direitos devem orientar a despesa

«A Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência é lei», afirmou Markus Schefer, membro do comité da ONU sobre os direitos das pessoas com deficiência. Pediu requisitos de financiamento vinculativos e meios de recurso contra a utilização indevida. Florian Sanden, coordenador de políticas da ENIL, propôs objetivos mensuráveis e tratamento independente das reclamações. A audição incidiu sobre o próximo orçamento de longo prazo da UE; as negociações sobre as regras de financiamento prosseguiam. [1]