A formação abrange apoio diário e emocional
Os diplomados de Santo Domingo Este e Azua tinham concluído cursos do INFOTEP sobre movimentação segura de pessoas idosas, prevenção de riscos e necessidades emocionais. Também realizaram estágios remunerados em centros do CONAPE, supervisionados pela Supérate. Os responsáveis anunciaram contratos que lhes permitiriam prestar cuidados domiciliários através da instituição. [1]
Um grupo anterior iniciou o percurso com trabalho remunerado em vista
Em 25 de abril de 2024, o CONAPE tinha apresentado 100 formandos contratados para o projeto Comunidades de Cuidados e dado orientações sobre as suas responsabilidades. Reyes associou a iniciativa a emprego digno e remunerado. García Ramírez salientou formação, segurança social e reconhecimento formal do setor dos cuidados. [2]
Uma política mais ampla inclui necessidades das pessoas com deficiência
Um relato das Nações Unidas de setembro de 2024 inseriu o programa conjunto nos esforços para apoiar crianças, pessoas idosas e pessoas com deficiência que necessitam de cuidados. Relacionou a autonomia económica das mulheres com melhor informação, capacidade dos prestadores e diálogo público. A diretora do programa, Anabel Rivas, afirmou depois que decorria trabalho para alargar o projeto a outros municípios. [3][1]