Discriminação nas lojas e nos táxis
Jallow relatou que proprietários recusavam arrendar lojas a mulheres com deficiência e que taxistas não as queriam transportar. «Merecemos oportunidades iguais», afirmou. Pediu investimento em infraestruturas acessíveis e pequenos negócios e planeava transmitir as novas competências a outras mulheres através de mentoria. [1]
Pessoas com deficiência concebem formação digital
O relatório nacional do PNUD de 2024 descreveu também um projeto piloto distinto com a Federação de Pessoas com Deficiência da Gâmbia. Dez participantes receberam formação prática em tecnologias da informação, dispositivos adaptados e acompanhamento individual. A iniciativa foi concebida com a comunidade de pessoas com deficiência para melhorar a sua participação na economia digital. [2]
A informação sobre direitos chega às comunidades
Outro balanço do trabalho do PNUD na justiça em 2024 registou assistência jurídica móvel e diálogos em 50 comunidades da região Upper River. Entre os participantes estavam 21 pessoas com deficiência. O programa envolveu a agência nacional de assistência jurídica, instituições locais e a Justice Defenders, ligando o conhecimento dos direitos a caminhos de apoio jurídico concreto. [3]