Conversar com quem enfrenta barreiras semelhantes
«Pela primeira vez, senti-me ouvida», disse Nazgul, uma mãe participante. As reuniões combinavam conversas entre adultos com atividades para crianças nas proximidades. Para famílias confrontadas com deslocações caras aos serviços e isolamento rural, criavam oportunidades regulares de informação e apoio. [1]
As famílias contribuem para os planos de apoio
Em abril de 2025, a UNICEF descreveu outro projeto-piloto em Suzak, iniciado em 2024 com três ministérios. Uma equipa com conhecimentos de saúde, educação e apoio social trabalhava com crianças e famílias. Os pais participavam no trabalho e na elaboração de planos individuais de apoio familiar.
Os grupos da aldeia continuam a reunir-se
Uma reportagem de dezembro de 2025 acompanhou famílias de Kyzyl-Tuu, onde UNICEF e Aymira tinham criado grupos de entreajuda. Os pais reuniam-se uma ou duas vezes por mês, frequentavam oficinas com psicólogos e mantinham contacto por mensagens. O mobilizador comunitário da Aymira Islambek Riskulov descreveu esforços para ligar as famílias aos apoios locais.