Os utilizadores devem decidir quando usar a assistência
A comissão opôs-se a limitar o apoio a pessoas empregadas ou em formação e rejeitou um limite proposto de 150 horas mensais. Pediu uso flexível das horas atribuídas, cabendo às pessoas com deficiência decidir quando e como utilizá-las. As recomendações incluíam assistentes de prevenção e melhor remuneração quando fossem necessárias competências especializadas. [1]
Ministério mostra serviços e necessidades por satisfazer
Em novembro, o ministério informou que 1.638 pessoas tinham utilizado assistência pessoal nos primeiros seis meses de 2024, apoiadas por 956 assistentes. O ministro Vytautas Šilinskas relacionou o serviço com a vida comunitária, os estudos, o trabalho e o lazer. O ministério reconheceu que o aumento do financiamento nacional ainda não cobria toda a procura. [2]
Guia de ONG explica a assistência quotidiana
O guia de 2024 do Fórum Lituano da Deficiência para mulheres com deficiência que tinham sofrido violência descrevia a assistência pessoal como apoio individual em casa, no espaço público, nas deslocações e na comunicação. Sublinhava realizar atividades juntamente com a pessoa. Esta descrição prática mostrava a importância do controlo da assistência para além do emprego. [3]