As formandas aprendem vários ofícios

O programa de três anos incluía costura, transformação de fruta, fabrico de sabão e horticultura. A formanda Hawa M’Bengue afirmou que oferecia uma oportunidade de ganhar a vida. François Samb, voluntário comunitário do PNUD, apoiava a extensão de modelos inclusivos a outras aldeias. O artigo descreveu o apoio financeiro e técnico do PNUD ao desenvolvimento do centro. [1]

O financiamento público também apoia a formação local

Um balanço separado do fundo senegalês de formação profissional 3FPT registou formação para 41 jovens com deficiência e filhos de pais com deficiência em Mont-Rolland, em 2021. O município era parceiro dos cursos de costura e transformação de fruta e legumes. O registo apresenta outra via local para adquirir competências práticas. [2]

Uma cooperativa oferece outro exemplo de emprego

Em abril de 2026, a agência agrícola ANIDA publicou um perfil de Antoine Mbengue, agricultor com deficiência motora de Mont-Rolland. Como presidente do grupo de interesse económico Khabaranté, liderava 16 produtores que cultivavam seis hectares. A agência descreveu a produção de legumes como fonte de sustento para ele e para a comunidade agrícola. [3]