Mulheres partilham conhecimentos e apoio

Nazarova disse que as sessões informativas lhe permitiram conhecer outras mulheres sujeitas a violência psicológica. Aprenderam onde procurar ajuda e mantiveram contacto. «Não desistas, procura apoio», apelou. Também descreveu o desejo de trabalhar e tornar-se empresária depois de recuperar a confiança. [1]

Grupos locais combinam assistência jurídica e meios de subsistência

Segundo o relato, a Afif e seis ONG nacionais tinham feito chegar informação a mais de 1.800 pessoas nos seis meses anteriores. Uma reportagem separada, do início de fevereiro, descreveu a Hayot dar Oila a prestar apoio jurídico e social a famílias afetadas pela violência, juntamente com ajuda a pequenos negócios. [2]

As escolas também se tornam espaços de participação

Uma reportagem da Spotlight de outubro de 2022 descreveu conselhos de alunos em 45 escolas e formação para mais de 1.000 estudantes sobre prevenção da violência de género, incluindo direitos das pessoas com deficiência. Numa escola de Hissor, o professor Davlatov Boymuhammad ajudou Mohtobkhon a regressar às aulas, juntamente com os colegas e a família. [3]