O conhecimento jurídico ultrapassa as páginas impressas
As gravações foram distribuídas em colunas portáteis e partilhadas em grupos comunitários do Telegram. Exemplares em braille foram colocados na biblioteca local. «O que realmente precisam é de compreender melhor os seus direitos», disse Jumayeva. O PNUD relatou três sessões presenciais de formação com mais de 100 participantes e uma sessão online que chegou a mais de 1.000 pessoas cegas. [1]
A sociedade civil liga informação e denúncia
A subvenção integrava uma parceria financiada pela UE entre o PNUD e a Agência Anticorrupção do Uzbequistão. Num evento separado em dezembro de 2024, os parceiros apresentaram melhorias na plataforma de denúncias eanticor.uz, incluindo maior anonimato e formas de anexar provas. Organizações da sociedade civil também apresentaram o seu trabalho sobre corrupção e participação económica das mulheres. [1][2]
Em agosto surge uma plataforma liderada por pessoas surdas
Em 5 de agosto de 2025, o PNUD anunciou a s-access.uz, desenvolvida pela delegação regional de Bukhara da Sociedade de Pessoas Surdas. Incluía 48 termos anticorrupção em língua gestual, aulas em vídeo e materiais para verificar informação. A diretora Ruziya Rasulova disse que a iniciativa respondia a pessoas que tinham sido enganadas e desconheciam os seus direitos. [3]