Instruções para as unidades médicas
O ministério pediu melhor informação para profissionais e pacientes, igualdade de tratamento e respeito pelas pessoas LGBT. Determinou que não fossem impostos tratamentos e que se reforçassem as inspeções da prática profissional. O apoio psicológico adequado deveria ser prestado por pessoas com conhecimentos de identidade sexual, sem procurar alterar a orientação de alguém. [1]
Uma campanha chega à OMS
O Instituto vietnamita de Estudos da Sociedade, Economia e Ambiente, iSEE, organizara Leave With Pride. Ao relatar uma resposta do representante da OMS Kidong Park, referiu mais de 76.000 assinaturas, depois acima de 82.000. A resposta publicada rejeitava tentativas de mudar uma orientação não heterossexual por não terem justificação médica.
Defensores dos direitos saúdam a instrução
Em 18 de agosto, a Human Rights Watch acolheu a decisão. «As pessoas LGBT no Vietname merecem acesso a informação e serviços de saúde sem discriminação», disse o investigador Kyle Knight. A organização ligou a instrução à desinformação e aos preconceitos enfrentados pelos jovens LGBT nas famílias e escolas e à necessidade de cuidados respeitadores.