A experiência ao longo da vida difere do retrato anual

A análise indicou que 56% das mulheres com dificuldades funcionais tinham sofrido violência ao longo da vida, contra 47,3% das mulheres sem essas dificuldades. Nos doze meses anteriores, os valores eram quase iguais: 30,1% e 30,3%. O inquérito abrangeu mulheres com 15 ou mais anos e utilizou seis perguntas sobre dificuldades funcionais. [2]

Justiça e apoio devem ser acessíveis

Os autores pediram serviços acessíveis de saúde, justiça e proteção, incluindo casas de abrigo e informação. Defenderam formação dos profissionais e consulta de mulheres e raparigas com deficiência na elaboração de políticas e orçamentos. Algumas estimativas de subgrupos assentavam em amostras demasiado pequenas para conclusões gerais, sobretudo nas dificuldades de comunicação e cuidados pessoais. [2]

Segunda publicação aborda barreiras ao apoio

Em 17 de março de 2025, as organizações publicaram um segundo número sobre os desafios da resposta à violência. Deu continuidade ao trabalho com o inquérito familiar e colocou as barreiras de acesso no centro da discussão. As publicações conjuntas envolveram uma organização de vida independente na análise dos dados nacionais sobre violência de género. [3]