Candra Gunawan pede reconhecimento
O presidente da PELITA, Candra Gunawan, pediu «o mesmo acesso que as pessoas sem deficiência», afirmando que a compreensão pública das necessidades das pessoas surdocegas continuava limitada. A associação pediu maior utilização de língua gestual tátil e formação prática especializada. O assessor presidencial Sunarman Sukamto disse que o gabinete pressionaria ministérios e organismos a incluir a surdocegueira na formação e na monitorização. [1]
Organizações reforçam ligações dentro do movimento
Em julho de 2024, Dwi Ariyani, do Disability Rights Fund, informou que 18 organizações beneficiárias se tinham reunido em Jacarta no início desse ano, com a Associação Indonésia de Mulheres com Deficiência como coorganizadora. O relato destacou a atenção da PELITA aos jovens surdocegos e a defesa da vida independente por mulheres com deficiência psicossocial.
Jovens ativistas levam o debate às políticas de cuidados
O relatório anual do DRF relativo a 2024 descreveu a participação da ativista da PELITA Alice Tandri no Fórum de Cuidados da Ásia-Pacífico, na Tailândia. Defendeu sistemas de apoio centrados nos direitos das mulheres e raparigas com deficiência. O relatório documentou também um intercâmbio em que a DeafBlind Indonesia partilhou métodos de organização comunitária com a Samoa Blind Persons Association. [3]