Um coletivo de apoio prático
Velosoa aderiu ao coletivo em 2017 e também ensinava francês aos membros. Afirmou que a formação HELASIA reforçou conhecimentos sobre direitos, comunicação em público e atividades geradoras de rendimento. Na escola, respondia a perguntas sobre deficiência e promovia conversas quando as crianças excluíam colegas. A educação e a formação profissional eram prioridades no seu relato. [1]
A experiência local informa decisões públicas
Os documentos do HELASIA colocavam as organizações representativas de pessoas com deficiência no centro da defesa dos direitos e da melhoria dos serviços. Os parceiros malgaxes incluíam organizações de mulheres com deficiência, federações nacionais e grupos ligados ao autismo e à deficiência intelectual. O programa relacionava experiências locais com debates nacionais e africanos sobre políticas e acesso. [2]
Participação e acesso aos serviços
O programa mais amplo da HI em Madagáscar prevê apoio à educação, reabilitação, inclusão económica e proteção social, associado à defesa dos direitos e à participação. Velosoa mostra a dimensão pessoal desse trabalho: salientou a importância de fazer escolhas próprias e ajudar os outros membros a encontrar formas práticas de as concretizar. [3][1]