O percurso do casal torna as dificuldades visíveis

A Mayako Pahichan Nepal, organização ligada ao casal, descreve o registo como resultado de uma campanha continuada. Gurung é uma mulher transgénero e Pandey um homem cisgénero; as autoridades trataram o caso como casamento entre pessoas com o mesmo género legal. [2]

A ordem provisória encontrou resistência

A Human Rights Watch explicou em dezembro de 2023 que a ordem de junho permitia registos temporários enquanto o processo permanecia por resolver. Contudo, tribunais inferiores tinham recusado tentativas anteriores do casal. O investigador Kyle Knight alertou que celebrar o primeiro certificado como plena igualdade matrimonial ignorava barreiras e incerteza sobre direitos.

O acompanhamento dos direitos identifica barreiras

O relato da Amnistia Internacional sobre 2023 também documentou as recusas dos tribunais inferiores e o registo de novembro em Lamjung. O acontecimento constituiu um avanço administrativo concreto para um casal. [3]