Criar moda e ensinar uma profissão

A estilista Akoko Folibey-Sebio, membro da associação, descreveu o apoio como uma oportunidade para maior independência. A reportagem do PNUD de maio explicou que a sua marca Crédaniah também formava aprendizes, a maioria com perda auditiva. Entre os equipamentos entregues figuravam ferramentas de costura e sapataria. [1]

Equipamento ajustado às necessidades de trabalho

O PNUD enumerou equipamento para transformação alimentar e fabrico de sabão, computadores e ferramentas de fotografia, design gráfico e produção musical. A formação complementar abrangia competências profissionais, marketing, educação financeira e gestão empresarial. A representante residente Binta Sanneh defendeu que todos mereciam uma oportunidade justa de sucesso, ligando o apoio à participação económica. [2]

Um programa mais amplo de apoio profissional

Um anúncio oficial do Governo de fevereiro de 2024 também tinha apresentado um programa de três anos para formação profissional e trabalho por conta própria de pessoas com deficiência. Previa pagar a formação, ajudar a instalar oficinas e fornecer ajudas à mobilidade. As medidas abrangiam a aprendizagem de uma profissão e as condições práticas para trabalhar. [3]