Direitos dependem das práticas locais
A presidente da comissão, Clare Haughey, afirmou que demasiadas pessoas não tinham a escolha e o controlo previstos na lei. A comissão pediu supervisão nacional, responsabilidades mais claras e melhores procedimentos locais. Reconheceu também exemplos em que o apoio autodirigido tinha transformado vidas. [1][2]
Os testemunhos da organização social
Numa contribuição escrita, Donald Macleod, diretor executivo da Self Directed Support Scotland, descreveu o subfinanciamento das organizações independentes de apoio, sobretudo das dirigidas por pessoas com deficiência. A falta de serviços adequados podia levar pessoas a gerir pagamentos diretos ou contratar assistentes pessoais sem ajuda suficiente, mesmo quando essa não era a opção preferida.
Apoiar quem emprega assistentes
A organização pediu investimento nos centros para a vida inclusiva e nas organizações de pessoas com deficiência, para ajudar cada pessoa a dirigir os seus apoios. Solicitou também trabalho específico com empregadores de assistentes pessoais. As propostas ligavam os problemas administrativos a questões práticas: quem ajuda a organizar assistência, compreender responsabilidades e manter o apoio escolhido? [3]