Os utilizadores devem controlar o seu apoio
O relatório defendeu que as pessoas pudessem escolher, orientar e gerir a sua assistência. As avaliações deveriam responder às circunstâncias individuais, em vez de limites fixos que deixassem necessidades por satisfazer. Os exemplos incluíam Japão, Suécia, Sérvia e Costa Rica. As recomendações abordavam desigualdades geográficas e financiamento de atividades para além dos cuidados pessoais básicos. [2]
Um bom apoio depende também das condições de trabalho
Os orçamentos de assistência pessoal devem cobrir salários e custos de organização, incluindo administração, formação e deslocações. O relatório relacionou a continuidade da assistência com condições de trabalho dignas. Abordou ainda o apoio entre pares e formas de denunciar maus-tratos. Naoki Okamoto e Jamie Bolling levaram experiências de vida independente à discussão de apresentação. [2][1]
Uma utilizadora descreve o que a assistência muda
Uma publicação complementar apresentou Antonella, uma italiana utilizadora de cadeira de rodas a realizar um estágio em Bruxelas, e a sua assistente Alice. «Sinto-me mais independente, responsável e feliz na minha vida», afirmou Antonella. O testemunho descrevia assistência no trabalho e no lazer, mostrando também que prestações por deficiência e contribuições familiares podiam ser necessárias para a financiar. [3]