Dois meses de formação conduzem a um emprego
Babayev contou que aprendeu as tarefas da lavandaria durante um estágio de dois meses e recebeu depois uma proposta de emprego a tempo inteiro. «Esta oportunidade de estágio mudou a minha vida», afirmou. A equipa de recursos humanos destacou as diferentes competências e perspetivas dos trabalhadores com deficiência, sublinhando a importância de funções adequadas aos interesses e capacidades de cada pessoa. [1]
Uma ativista contesta estereótipos no recrutamento
Noutro relato, de dezembro de 2021, Zinyat Valiyeva, cofundadora da Disabled Women Society, descreveu o emprego como central nas suas conquistas, embora continuasse a enfrentar discriminação. Elnur Eyvazov, da ADA University, pediu aos empregadores que se informassem sobre deficiência e considerassem horários flexíveis, entradas acessíveis e programas informáticos adicionais. [2]
Emprego num programa mais amplo de direitos
O programa do PNUD com o UNFPA e o Ministério do Trabalho do Azerbaijão procurava melhorar os dados, as oportunidades de emprego e as atitudes perante mulheres com deficiência e veteranos de conflitos. A ficha do projeto indica fevereiro de 2019 a fevereiro de 2024 como período de execução. Os relatos destacam experiências individuais neste trabalho mais amplo. [3]