A decisão incide nas competências legislativas

Médicos tinham contestado restrições à liberdade profissional. O tribunal concluiu que essas regras não preveniam nem continham infeções e não podiam assentar na competência federal para as combater. Na atual distribuição de poderes, a responsabilidade cabia sobretudo aos estados federados. [1]

AbilityWatch pede participação em igualdade

A AbilityWatch saudou a oportunidade de reabrir um debate que considerava demasiado limitado. Nancy Poser, queixosa no processo anterior sobre triagem, criticou a ausência de discussão séria sobre uma distribuição justa dos riscos. A organização sublinhou a permanência do dever de proteger as pessoas com deficiência e pediu a sua participação.

Receio de regras diferentes entre estados

Em 6 de novembro, a BAG SELBSTHILFE alertou que regras divergentes poderiam prejudicar a confiança. O diretor executivo Martin Danner afirmou: «O acesso aos cuidados intensivos não pode depender do código postal». A organização pediu aos governos federal e estaduais uma solução nacional conforme à Constituição.